Nesse navio soberano
Roubado em alto mar
Estou presa
Sequestrada, amarrada
Enganada pela ilusão
Encantada por sua espada
Me levou sem resistir
Para uma ilha abandonada
Me instiga seu tesouro
Me entrega o seu ouro
Embebedar-se no seu rum
Sem destino nenhum
De noite, uma fogueira
Dançar sem eira nem beira
Cantar ébrios
Ao som do mar

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