terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Barulhos



Minha poesia se confunde
Entre a esperança e o sonho
Entre barulhos dissonantes
Entre soluços inquietantes

Tantos personagens
Em apenas uma cena
Não há coadjuvantes
Todos querem o papel

Me comandam
Como uma tola marionete
Em meu espetáculo dançante
Só uma estrela triunfante

Me envolve no seu véu
Fujo, me escondo
Mas me prende no sono
Debaixo dos escombros

Tantas vozes
Tantos caminhos
Poluição sonora
Em meu silêncio
Meu interior
Agora


Um comentário:

  1. Luka, vc tem esse blog há tanto tempo e nunca falou nada... poxa, tem que divulgar flor! Adorei seus posts, vc tem uma sensibilidade incrível!
    vou passar sempre por aqui viu!

    bjossss

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