segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Colecionadora de Amores Impossíveis



Sou assim
Desafio o impossível
Não quero o permitido
Vou atrás do proibido

Amei uma, duas, três
Enlouqueci mais de uma vez
E sempre a mesma história
Não te quero, vá embora!

Lágrimas derramei
Versos escrevi
Mas não sou o bastante
Para conquistar o que perdi

Que se dane!
Tento de novo
Tropeçando, caindo
Intensamente persistindo



domingo, 20 de novembro de 2011

Contramão



Não é fácil esquecer um amor
Sufocá-lo, destruí-lo
Ainda mais quando...
Como posso desistir?

Mas é preciso
O futuro indeciso não dá opções
É preciso levantar
Respirar fundo e enterrar

Todos os versos
Toda a ansiedade
Afinal não vale a pena
Na fria realidade

Tantas vezes passei por isso
Vamos tentar outra direção
No amor sem amor
Não se anda na contramão


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Por quê?



Na mão
Seguro meu telefone
Que insiste insone
Preciso ligar para você

Sai do meu pensamento
Sei que não pensa em mim
Vivo sem teu alento
Chamo seu nome ao vento

Perdi as palavras
Perdi meu romantismo
O mais profundo dos meus versos
Sumiu imerso

Você mexe comigo
Me iludo a cada tom de voz
A cada momento a sós
Me pergunto a cada dia
Por quê?

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Inquietação



Coração acelerado
Mas que droga!
Como eu gostaria
Você... do meu lado

Me cobra, me chama
Insiste um pouco
Tudo o que mais queria
Ser indispensável

Necessária na sua cama
No seu dia, na sua vida
Um toque feminino
Em sua parede branca

Mas está longe
Estou distante
Da sua voz, do seu toque
Do seu mundo